Sentido expansionista de
Argentina renasce após de 30 anos da Guerra Falkland para apagar fogos internos
Com problemas conjunturais
internos e externos, a presidente de Argentina, Cristina Kirchner, apelando a
uma das antigas práticas que os países com crises sempre adotaram, ao exemplo
do ex-presidente da Argentina, Leopoldo Fortunato Galteri, que decidiu em abril
de 1982, invadir as Ilhas Falkland,
território sob ocupação britânica, após da frustração de declaração de guerra
contra Chile e Brasil, quatro anos antes, quando seu governo enfrentava problemas
de ordem econômico e social, com uma população totalmente revoltada que sofria
uma inflação galopante.
Sob uma nova capa de marketing, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, afirma em reunião de presidentes na Colômbia que esta vez a força na reclamação será maior.
Dessa maneira, o plano seria uma forma desesperada de recuperar a imagem do governo por meio da guerra. A primeira invasão realizada pelos argentinos foi vitoriosa, resultando no controle de Port Stanley, que, mudou o nome da cidade para Puerto Argentino. Enquanto o regime fazia um enorme marketing mostrando sua vitória na mídia. Os ingleses tentaram negociar uma retirada pacifica dos militares argentinos.
A Guerra como grande saída para os problemas internos no país, serviram para o general Galtieri.
Guerra
Mediante a negativa do
governo Galtieri, a primeira-ministra britânica Margaret Thatcher, comandou as
forças britânicas para um conflito armado contra os argentinos. Uma guerra
curta e desnecessária que durou 74 dias e deixou 907 mortos, 649 mortos do lado
argentino e 258 pelo lado de Grã Bretanha, com um grande
gasto militar e a derrota de Argentina.
História
Divergências
Em 2009 o Reino Unido começou
a explorar petróleo na região, gerando a reação da Argentina e dos países do
Mercosul destacando Brasil e Venezuela. Época em que o governo argentino argumentou
que a passagem de navios e a exploração em plataformas violam seu território.
Fato negado pelo governo inglês, que provocou novamente um clima geopolítico
pesado sobre o tema com
possíveis conseqüências de uma nova guerra, comprometendo esta vez os países
aliados ao governo de Cristina Kirchner.
Autodeterminação
O Reino Unido, entretanto, ignora
o assunto em estratégia de esperar os desdobramentos e reafirma a soberania do
seu território com constantes exercícios militares e de intercambio de civis
britânicos na região. Dentro do aspecto de reclamação internacional de
naturalidade os habitantes da Ilha apostarão no seu direito de
autodeterminação.
Economia
Atualmente a ilha, tem uma
robusta economia similar a melhores cidades dos países do primeiro mundo,
recebendo ingressos econômicos de mais
de uma centena de milhões de
dólares proveniente dos recursos pesqueiros e pelo pujante turismo junto a seus
diversas atividades econômicas. Para os próximos anos se planeja a exploração
do petróleo com ganhos milionários.
Potencialidades
Além dos habitantes oriundos das
ilhas, empresários argentinos, chilenos, uruguaios e de outros países tem
diferentes tipos de negócios no lugar que se perfilam com grandes
potencialidades. No transporte além do marítimo existe uma conexão direta
semanal com a empresa aérea LAN Chile.
Inimigo
Neste instante um dos maiores
problemas que enfrentam os habitantes das Falkland ou Malvinas é um grande
inimigo silencioso como bem assinalou uma reportagem da CNN em Espanhol que são
as 15.000 minas terrestres que são procuradas diariamente.
Crises
Agora em crises econômica
real Argentina, em divergência com empresas multinacionais estratégicas, tanto
com Estados Unidos, Espanha e Brasil por causas de diferenças por produções e
bens de consumo, além dos aspectos sociais em que o governo de esquerda foi
perdendo credibilidade, sobretudo por causa da suposto doença – câncer – que
esta afetando a maioria dos presidentes esquerdistas. Em detrimento disso o
incentivo a mentira com um engana povo, com um marketing milionário que trata
de mostrar um país avançando, ao contrario dos acontecimentos atuais que
emperram os grandes negócios sobre uma política de protecionismo.
Protecionismo
Sobre essa política de
protecionismo, a presidente argentina Kirchner, trata de ganhar espaço na mídia
mundial, pede apoio aos países do continente e apela aos órgãos internacionais
no momento que reclama as ilhas como de propriedade da Argentina para provocar
um nacionalismo na população.
Expansionismo
Além de um “pare” aos problemas
internos argentinos este tipo de conflito também serve para aumentar a baixa
credibilidade do governo, sobretudo esta vez com os países vizinhos, ao mesmo
estilo do que aconteceu no passado com Paraguai um país mais prósperos e rico
na época, que teve dois terços de sua população exterminada, a raiz de uma
guerra com a união de três países: Argentina, Brasil e Uruguai.
Perdas
Como o objetivo atual da
Argentina é rever o passado, porque não se aproveita e todos os países começam
a devolver terras, somente nas Américas, são muitos os países com telhado de
vidro, e, sobretudo Argentina, que já tomou 1.250.000 (um milhão e duzentos e
cinqüenta mil) km2 do Chile, por causa de um mau negociador após do desgaste da
Guerra do Chile contra Peru e Bolívia em 1879 quando o Chile foi vitorioso.
Aproveitando o desgaste militar chileno que nunca declarou guerra a ninguém
somente teve sua defesa, quando Bolívia e Peru não quiseram pagar o dinheiro
emprestado nem os recursos pactuados conseguidos para a independência dos
países.
As maravilhosas terras da zona austral do Chile e Argentina um verdadeiro santuário natural de grandes riquezas.
Exigências
Aproveitando o desgaste
militar do Chile com a Guerra do Pacífico anos antes Argentina exigiu as terras
do Sul do país, para cumprir diferenças territoriais entre os dois países. E
dessa forma em 1881 para não entrar em uma nova guerra, decidiu entregar a Patagônia
a Argentina, terreno do desinteresse do Chile, como terra que não valia
defender em conflito armado. Hoje de riqueza incalculável em diversos
sentidos.
Tratado
Um dos grandes atrativos argentinos da Patagônia, Perito Moreno, lindíssimo glacial.
No Tratado foi definido que a
línea fronteiriça correria nesta extensão pelos picos mais elevados da
cordilheira que dividam as águas e passara por entre vertentes que se
desprendem a um lado e outro. Para evitar o enfrentamento bélico por conflitos
posteriores se decidiu que toda possível diferença seria acertada em apelação
de arbitragem. E assim Chile perdeu a maior parte de sua fantástica Patagônia,
ficando somente com a soberania do Estreito de Magalhães, Terra do Fogo e o
Canal do Beagle. A política pacifista chilena levou ao país a grandes prejuízos
e muitas vezes Argentina quis mais e na época anterior a Guerra das Malvinas na
época de Pinochet Chile esteve preparada para a Guerra com Argentina, o que
poderia ter sido a guerra mais sangrenta porque até os civis do sul estavam preparados.
Graças a Deus não aconteceu porque o presidente Augusto Pinochet teve bom senso
e não fez caso as manifestações argentinas.
Fontes: www.educarchile.cl e guerrasbrasilescola.com
e http://www.slideshare.net e www.atinachile.cl e todososfogos.blogspot.com e midiasemodos.com







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