domingo, 15 de abril de 2012

30 anos da Guerra Falkland ou Malvinas


Sentido expansionista de Argentina renasce após de 30 anos da Guerra Falkland para apagar fogos internos 



Com problemas conjunturais internos e externos, a presidente de Argentina, Cristina Kirchner, apelando a uma das antigas práticas que os países com crises sempre adotaram, ao exemplo do ex-presidente da Argentina, Leopoldo Fortunato Galteri, que decidiu em abril de 1982, invadir as Ilhas  Falkland, território sob ocupação britânica, após da frustração de declaração de guerra contra Chile e Brasil, quatro anos antes, quando seu governo enfrentava problemas de ordem econômico e social, com uma população totalmente revoltada que sofria uma inflação galopante.

Sob uma nova capa de marketing, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, afirma em reunião de presidentes na Colômbia que esta vez a força na reclamação será maior.  






Dessa maneira, o plano seria uma forma desesperada de recuperar a imagem do governo por meio da guerra. A primeira invasão realizada pelos argentinos foi vitoriosa, resultando no controle de Port Stanley, que, mudou o nome da cidade para Puerto Argentino. Enquanto o regime fazia um enorme marketing mostrando sua vitória na mídia. Os ingleses tentaram negociar uma retirada pacifica dos militares argentinos.  



A Guerra como grande saída para os problemas internos no país, serviram para o general Galtieri. 





Guerra

Mediante a negativa do governo Galtieri, a primeira-ministra britânica Margaret Thatcher, comandou as forças britânicas para um conflito armado contra os argentinos. Uma guerra curta e desnecessária que durou 74 dias e deixou 907 mortos, 649 mortos do lado argentino e 258 pelo lado de Grã Bretanha, com um grande gasto militar e a derrota de Argentina.     











História










Historicamente o arquipélago localizado a 500 km da costa de Argentina foi ocupado pelos britânicos desde o século XIX. O nome "Falkland" da ilha, cuja capital é Stanley foi dado por John Strong em 1690, em homenagem ao Visconde de Falkand, nobre escocês, que era o patrocinador da sua expedição, enquanto o nome "Malvinas" deriva do francês dado em 1764 por Louis Antoine de Bougainville.

Divergências

Em 2009 o Reino Unido começou a explorar petróleo na região, gerando a reação da Argentina e dos países do Mercosul destacando Brasil e Venezuela. Época em que o governo argentino argumentou que a passagem de navios e a exploração em plataformas violam seu território. Fato negado pelo governo inglês, que provocou novamente um clima geopolítico
pesado sobre o tema com possíveis conseqüências de uma nova guerra, comprometendo esta vez os países aliados ao governo de Cristina Kirchner.

Autodeterminação

O Reino Unido, entretanto, ignora o assunto em estratégia de esperar os desdobramentos e reafirma a soberania do seu território com constantes exercícios militares e de intercambio de civis britânicos na região. Dentro do aspecto de reclamação internacional de naturalidade os habitantes da Ilha apostarão no seu direito de autodeterminação. 

Economia

Atualmente a ilha, tem uma robusta economia similar a melhores cidades dos países do primeiro mundo, recebendo ingressos econômicos de mais
de uma centena de milhões de dólares proveniente dos recursos pesqueiros e pelo pujante turismo junto a seus diversas atividades econômicas. Para os próximos anos se planeja a exploração do petróleo com ganhos milionários.

Potencialidades

Além dos habitantes oriundos das ilhas, empresários argentinos, chilenos, uruguaios e de outros países tem diferentes tipos de negócios no lugar que se perfilam com grandes potencialidades. No transporte além do marítimo existe uma conexão direta semanal com a empresa aérea LAN Chile.   

Inimigo

Neste instante um dos maiores problemas que enfrentam os habitantes das Falkland ou Malvinas é um grande inimigo silencioso como bem assinalou uma reportagem da CNN em Espanhol que são as 15.000 minas terrestres que são procuradas diariamente.    

Crises

Agora em crises econômica real Argentina, em divergência com empresas multinacionais estratégicas, tanto com Estados Unidos, Espanha e Brasil por causas de diferenças por produções e bens de consumo, além dos aspectos sociais em que o governo de esquerda foi perdendo credibilidade, sobretudo por causa da suposto doença – câncer – que esta afetando a maioria dos presidentes esquerdistas. Em detrimento disso o incentivo a mentira com um engana povo, com um marketing milionário que trata de mostrar um país avançando, ao contrario dos acontecimentos atuais que emperram os grandes negócios sobre uma política de protecionismo.  

Protecionismo

Sobre essa política de protecionismo, a presidente argentina Kirchner, trata de ganhar espaço na mídia mundial, pede apoio aos países do continente e apela aos órgãos internacionais no momento que reclama as ilhas como de propriedade da Argentina para provocar um nacionalismo na população.  

Expansionismo

Além de um “pare” aos problemas internos argentinos este tipo de conflito também serve para aumentar a baixa credibilidade do governo, sobretudo esta vez com os países vizinhos, ao mesmo estilo do que aconteceu no passado com Paraguai um país mais prósperos e rico na época, que teve dois terços de sua população exterminada, a raiz de uma guerra com a união de três países: Argentina, Brasil e Uruguai.      

Perdas

Como o objetivo atual da Argentina é rever o passado, porque não se aproveita e todos os países começam a devolver terras, somente nas Américas, são muitos os países com telhado de vidro, e, sobretudo Argentina, que já tomou 1.250.000 (um milhão e duzentos e cinqüenta mil) km2 do Chile, por causa de um mau negociador após do desgaste da Guerra do Chile contra Peru e Bolívia em 1879 quando o Chile foi vitorioso. Aproveitando o desgaste militar chileno que nunca declarou guerra a ninguém somente teve sua defesa, quando Bolívia e Peru não quiseram pagar o dinheiro emprestado nem os recursos pactuados conseguidos para a independência dos países.  





As maravilhosas terras da zona austral do Chile e Argentina um verdadeiro santuário natural de grandes riquezas. 





Exigências

Aproveitando o desgaste militar do Chile com a Guerra do Pacífico anos antes Argentina exigiu as terras do Sul do país, para cumprir diferenças territoriais entre os dois países. E dessa forma em 1881 para não entrar em uma nova guerra, decidiu entregar a Patagônia a Argentina, terreno do desinteresse do Chile, como terra que não valia defender em conflito armado. Hoje de riqueza incalculável em diversos sentidos.  

Tratado 



Um dos grandes atrativos argentinos da Patagônia, Perito Moreno, lindíssimo glacial. 






No Tratado foi definido que a línea fronteiriça correria nesta extensão pelos picos mais elevados da cordilheira que dividam as águas e passara por entre vertentes que se desprendem a um lado e outro. Para evitar o enfrentamento bélico por conflitos posteriores se decidiu que toda possível diferença seria acertada em apelação de arbitragem. E assim Chile perdeu a maior parte de sua fantástica Patagônia, ficando somente com a soberania do Estreito de Magalhães, Terra do Fogo e o Canal do Beagle. A política pacifista chilena levou ao país a grandes prejuízos e muitas vezes Argentina quis mais e na época anterior a Guerra das Malvinas na época de Pinochet Chile esteve preparada para a Guerra com Argentina, o que poderia ter sido a guerra mais sangrenta porque até os civis do sul estavam preparados. Graças a Deus não aconteceu porque o presidente Augusto Pinochet teve bom senso e não fez caso as manifestações argentinas.   
Fontes: www.educarchile.cl e guerrasbrasilescola.com e http://www.slideshare.net e www.atinachile.cl e todososfogos.blogspot.com e midiasemodos.com 

Nenhum comentário:

Postar um comentário