domingo, 1 de abril de 2012

História do Jornal dos Bairros no Brasil


A história do Jornal dos Bairros no Brasil, guardando as proporções de diferente época, nasceu como um espírito de levar às pessoas em São Paulo no interior da região do Vale do Paraíba noticiais sobre seus bairros. Sempre visando à crítica construtiva e formação de uma opinião aberta para uma discussão mais ampla das organizações e possíveis políticos inseridos na publicação com suas propostas de projetos.   

Destacamos especialmente a atuação do jornal em ajudar em Lorena a eleição de uma prefeita, Lu Fradique, Maria de Lourdes Fradique de Castro Andrade, que governou o município de 1993 a 1996, quando encontrávamos que a bandeira de luta viria trazer maiores benefícios para a cidade, com isso também efetuamos mais tardes ajuda a outros vereadores que também foram eleitos. Após disso serviu de base para outras publicações no mesmo município e região. 



É dizer nosso jornal sempre trabalhou independentemente para ajudar a população nas suas escolhas, sendo um médio totalmente aberto e coloquial, presto a destacar o que por algum motivo acreditávamos fora de qualquer vinculo econômico encontrávamos de real interesse para a população.





Dessa forma posteriormente colaboramos no mesmo município de Lorena e cidades vizinhas com algumas ações acompanhando o executivo na vinda de empresas à cidade e sua ampliação de negócios, totalmente fora da política, somente norteando nossos princípios no que mais entendemos marketing.  

Passaram os anos e muito mudou na vida do jornal, servindo também para a eleição do prefeito da cidade de Delfin Moreira em Minas Gerais, Pedro Paulo da Silva, posteriormente alcançando Ribeirão Preto com o mesmo princípio junto ao Jornal Sur Negócios & Turismo, chegando finalmente a Guarapuava no Estado do Paraná.


Em este último município, se revive uma nova história ligada a política, colocando também um conjunto de problemas e soluções, servindo a dois candidatos a vereadores em 2007 para as eleições de dois candidatos que pensávamos em nosso meio que serviriam a população de Guarapuava, foram mais uma vez vaticinados com nosso trabalho o triunfo nas eleições de 2008, foram eles e que até agora formam parte do legislativo na Câmara Municipal: a vereadora Eva Sharan com sua base no Bairro Primavera onde distribuímos 3.000 jornais fora dos distribuídos em  toda a cidade e da mesma forma o vereador Sadi Federli com base no Bairro Industrial Xarquinho, onde atuamos da mesma maneira. Porque insistimos, após de conhecer eles ao igual que os guarapuavanos acreditávamos realmente que poderiam fazer a diferença. 

Vemos hoje as realizações com a verdade  e a carência de uma liderança nova e atuante, com projetos dignos e verdadeiros. Assim nos preparamos a relançar a nossa edição, visando o esclarecimento sobre politicas públicas e compromissos de civilidade. Para advertir à população de não se deixar influenciar por rostos de jovens bonitos, pessoas pouco criteriosas e outros que já sentimos só querem se aproveitar sem qualquer projeto na sua cabeça, pessoas que somente tem na sua meta ganhar dinheiro público nas costas do povo ou mesmo os que estão disposto a dar o "cano" nos seus bairros como vulgarmente se diz.


Além de todos os que são conduzidos por uma política partidária que servem para a continuidade do que até agora não deixa acontecer um desenvolvimento maior para o município e região. Por falar de região Centro do Paraná, temos a vergonhosa situação de sermos uma das dez mesorregiões com menor IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) com destaque sendo uma das mais pobres do Estado.


Por isso não podemos ficar de braços cruzados, como se faz hoje praticamente, é importante incentivar as pessoas a sair atrás de objetivos que mudem essa situação e pensar de uma maneira mais abrangente, realizando ações que beneficiem tanto ao município como a região, longe da realidade atual. 


Queremos uma Guarapuava que com seus 2002 anos de existência, mude realmente, já que com todos esses anos pouco mudou especificamente no raciocínio de algumas pessoas, com uma grande parte de mentalidade do coronelismo, que não aceita a discussão, nem o sistema real democrático ou aqueles que ainda querem o ostracismo para uma cidade que mais precisa de trabalho em diversas fontes laborais. É preciso que se pense em sistemas de trabalho que permitam realizar as mudanças urgentes, assim como se deve pensar em lideranças na altura dos acontecimentos positivos e não aqueles que somente querem usufruir do cargo ao bel-prazer. 

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