terça-feira, 24 de abril de 2012

Impasse entre vereador e produtores rurais


Produtores rurais pedem esclarecimentos e defendem posição de suas atividades na Câmara de Vereadores de Guarapuava 




Produtores rurais agropecuaristas e líderes empresariais demonstraram seu apoio à Sociedade Rural.  






Após de uma interpelação entre a Sociedade Rural Guarapuava, representada pelo seu presidente, Johann Zuber Junior, motivada pela alocução agressiva do vereador Elcio Melhen, a diretoria dos agropecuaristas e produtores rurais de Guarapuava estiveram na Câmara Municipal de Vereadores do Município na segunda feira 23 do corrente, acompanhando e prestando solidariedade ao empresário agropecuarista representante da categoria que rebateu as críticas do vereador líder do governo municipal.

O agropecuarista Zuber atendeu a um convite formulado pelos Vereadores Gilson Amaral e Thiago Cordova, que compartilharam a idéia de oferecer a oportunidade de um esclarecimento por parte dos agropecuaristas em relação ao comodato que rege os destinos do Parque Lacerda Werneck, um importante centro de eventos especializado, sede da agropecuária regional.


O presidente do Sindicato Rural de Guarapuava e Região, Rodolpho Botelho, o presidente da Sociedade Rural Guarapuava, Johann Zuber Junior e a empresária e agropecuarista, Evelyn Limper Pfann    




Amaral no seu breve discurso enalteceu o trabalho realizado pela Sociedade Rural e lamentou as declarações do vereador Melhem, dizendo “temos que ser mais responsáveis nesta casa, porque trazer problemas tão grandes para denegrir a imagem de pessoas honradas e trabalhadoras, núcleos de agropecuaristas que realizam seus trabalhos cuidando de seus empregados e famílias.    




Discurso do vereador Melhem, preocupou aos produtores rurais e a maioria dos vereadores.  








Melhem manifestou ser absolutamente contrário a prorrogação do comodato firmado entre a Prefeitura Municipal e a Sociedade Rural até 31/12/2012. Ele questiona a legalidade disso, que deveria ter tido um encaminhamento direto a Câmara Municipal como aconteceu no passado, observando se foram cumpridas as cláusulas dentro da Lei que inclui construção de mangueiras para animais, barracões e benfeitorias.

“Tomei conhecimento da assinatura de uma nova prorrogação e quero saber se será que ela cumpre o que determina a lei. Esse questionamento esta em mãos da promotora de Justiça Michele Nader. Eu acho que o prefeito errou ao dar um novo prazo a Sociedade Rural, no meu entendimento a Câmara deve dar ou não a autorização independente do tempo em que essa concessão será valida” afirmou Melhem.

“Nosso pensamento é que ao longo destes vinte anos, os comodatários ficaram sem pensar no futuro porque todo parecia que era eterno. Mas, aquilo não pode ser permitido porque o Parque fica no centro, diferente do que era antigamente um campo de aviação. É importante colocar a necessidade da construção de um parque urbano, porque temos certeza que os senhores que aqui estão não dariam nada enquanto a árvore continue a dar madeira e fica lá. Vou continuar a cobrar e jamais me intimidarei por mais poderoso que alguém seja”, terminou Melhem. Quem também anunciou que duas ações serão ajuizadas pelo Ministério Público por causa do comodato e situação do Parque.



Emocionado o presidente da Sociedade Rural Guarapuava, Zuber, declara seu repudio pelas palavras recebidas por parte do vereador Melhem.   













Zuber foi convidado assumir a tribuna para responder as declarações do vereador Melhem que se mantém no cargo há quase três décadas. Munido de documentos e com apoio de diversos líderes empresariais, parceiros e representantes dos produtores rurais, dentre eles o presidente da ACIG, José Divonsil; o presidente do Sindicato Rural, Rodolpho Botelho; a presidente do Núcleo de Charolês, Hildegardt Reinhofer; Marcelo Cunha, presidente do Núcleo de Criadores de Cavalo Crioulo; Valdeney Jorge D. Silva, presidente da APAE; Conrado Rickli, presidente da Ovinopar, Cláudio Azevedo
diretor da Cooperaliança, além de vários chefes de escoteiros e parceiros da
Sociedade Rural.  
 
No seu pronunciamento Zuber manifestou “sinto muito em estar aqui com a finalidade para o que fomos convidados. Sentimos-nos ofendidos pelo vereador Elcio Melhem que nos chamou de irresponsáveis e incompetentes. Sinto vergonha de estarmos aqui, nós que somos responsáveis com nossas atividades por 46% da economia do município. Um trabalho que representa na produção rural uma série de sacrifícios, de noite e dia para que as pessoas tenham sua alimentação no prato. O que mais me causou dor foi responder a pergunta da minha filha, quando inocentemente perguntou...pai que quer dizer o que falou o vereador...que os produtores da Sociedade Rural “tem mão grande”..? E isso dói.  

“A Sociedade Rural vem cumprindo todas as cláusulas contratuais previstas no comodato, dos 1.000 metros quadrados exigidos dos barracões, foram construídos
1.380 metros quadrados, bem como mangueiras, pavimentação. A partir da proposta feita pelo ex-prefeito, Vitor Hugo Burko, desde que assumiu o parque a Sociedade Rural regularizou um total de 18 ligações clandestinas de água e luz, que antes quem pagava era a Prefeitura Municipal. Só em isso os cofres públicos municipais economizaram cerca de R$ 10 mil por mês, é dizer R$ 120 mil por ano. Foram também investidos R$ 400 mil em pavimentação asfáltica no interior do recinto e outras benfeitorias. Em relação à área de estacionamento administrada pelos grupos de escoteiros foi cedida pelo governo do Estado ao município com essa finalidade exclusiva sem servir como estacionamento ao Parque” diz Zuber.  

Zuber na sua colocação lembrou “no ano de 1967 o mesmo vereador propagou no início da EXPOGUA que já se qualificou como um dos maiores eventos rurais da região, que Guarapuava tinha sido atacada pela doença da “Vaca Louca”. Graças a Deus a União Européia não ouviu isso, porque teríamos tido sérios problemas por causa dessa noticia que não era verdadeira, porque foi que um animal que tinhas ferpas na língua e adoeceu por isso e morreu dentro do parque”.      




Presidente da Sociedade Rural, Johann Zuber é aclamado de pé pelos assistentes a sessão da Câmara de Vereadores de Guarapuava. 







O Lacerda Werneck sedia feiras exposições que movimentam milhões de reais, a de Bezerros, a dos criadores de gado Charolês, do Cavalo Crioulo, de Ovinos e Caprinos, além da Expogua em eu existem parcerias com diversos parceiros, ajudando a sobrevivência de algumas entidades assistenciais, dentre ela a APAE. Somente na Expogua são gerados 500 empregos diretos e muitos mais indiretos, movimenta restaurantes, a rede hoteleira e uma infinidade de tipos de comércios, sendo um dos eventos mais completos na região com negócios, entretenimento, cultura, esporte e lazer.         


Grupo de alguns empresários parceiros da SRG, agropecuaristas, técnicos, produtores rurais e representantes de diferentes categorias junto ao vereador Thiago Cordova.    




Durante a sessão de Câmara, no segundo esclarecimento de Melhem, as palavras de repúdio dos produtores rurais sem falta de respeito, não se fizeram esperar e o vereador foi vaiado, pelo que ele decidiu sua saída do plenário. A maioria dos vereadores se manifestou a favor dos produtores rurais e ao prazo de prorrogação do comodato do Parque Lacerda Werneck, principal motivo do questionado.


segunda-feira, 16 de abril de 2012

Turismo precisa ser visto com melhores olhos na Região Central do Paraná


Sempre escutamos que o turismo é melhor atividade econômica atual, mas pouco importa em algumas regiões

Entrevista oferecida por Sergio Ruz, jornalista - gestor de negócios, secretário de Turismo da Câmara de Indústria e Comércio do Mercosul e Américas. a grupos de estudantes acadêmicos da UNICENTRO, Universidade do Centro Oeste do Paraná, dos cursos de Comunicação e jornalismo do Campus Universitário Santa Cruz de Guarapuava e Turismo do Campus Universitário Irati.  




Foto Arquivo: Aula Magna de Sergio Ruz, na UNICENTRO em 2011 para os cursos de Ciências Econômicas, Administração, Secretariado Executivo e Serviço Social.        






Turismo...
Para ninguém é mistério que o Turismo é a atividade econômica que mais movimenta outras atividades econômicas neste planeta, representando a segunda economia do mundo com 10% do PIB (Produto Interno Bruto) mundial é dizer tudo o que o mundo produz e vende. Tanto assim que tem força para fazer andar sua cadeia produtiva com 57 atividades diferentes. Aproveitando uma série de interrogantes que me foram passadas por notáveis empresários vamos falar claramente que falta para que a atividade aconteça em Guarapuava e Região.



Guarapuava na tríplice fronteira com os municípios de Turvo e Prudentópolis, no Paraná, possui um dos ícones do turismo regional no Parque São Francisco da Esperança, que inclui em um grande complexo natural, dentre os maiores atrativos o Salto São Francisco, o quinto maior salto do Brasil com seus imponentes 196 metros de altitude de água em queda livre, o equivalente a um edifício de 60 andares.         







Tendo o Turismo um poder tão grande para gerar renda, emprego e qualidade de vida porque ainda não acontece em nossa região?...
Infelizmente muito pouco tem saído do papel no contexto geral do Turismo. Ainda não temos a condição em dizer francamente que Guarapuava e Região estão aproveitando suas condições naturais como cidades turísticas por vários fatores:
Primeiro, a falta de interesse real do setor público, especialmente das prefeituras municipais, que só fazem coisas para que o povo veja e acredite que se está desenvolvendo algo, mesmo que não exista nenhum critério para isso, pela falta de secretários ou diretores na área que realmente entendam, enquanto também falta a preocupação do próprio setor privado que é o maior beneficiado.    
Segundo visível falta da vontade política do próprio Estado que não coloca pessoas técnicas capacitadas que ajudem aos municípios na formatação de um verdadeiro roteiro ou destino turístico que integre uma operacionalidade e agenciamento junto a especialistas. E terceiro a conscientização da população sobre a importância do Turismo como gerador de grandes oportunidades de negócios.






Um show de natureza em todos os aspectos pode ser visto na região Centro do Paraná.     






Temos estrutura suficiente para criar condições em ser um Destino Turístico de verdade?...
Eu poderia afirmar que um estrutura básica já existe, em primeira linha temos cenários de natureza fascinante, um clima extremamente agradável, especialmente para aproveitar no Turismo do Frio, existem caminhos gerais para alcançar os diferentes pontos. Somente faltaria dar uma estruturação melhor aos próprios pontos turísticos, mantendo eles extremamente limpos, protegidos de todas as formas e colocar em cada um deles guias turísticos ou pessoas capacitadas para poder mostrar da melhor forma os atrativos gerais. Não em vão intitulamos localmente Guarapuava, como “Terra de Paisagens” e a região como “Região Serrana do Paraná” bem longe do nome que atualmente é assinalado oficialmente pelo governo estadual para nossa lindíssima região de Estradas e Caminhos que em marketing turístico não diz praticamente nada.    




Os grandes lagos, extensos alagados, lagoas naturais e artificiais de águas represadas, são sem dúvida algumas interessantes motivos para novos atrativos. Um verdadeiro marco de decoração natural de água pode ser encontrado no município de Pinhão.   








Que temos a fazer para que o turismo realmente funcione?...
Muito por fazer no caso de nossa região, primeiro devemos elaborar um plano estratégico que constituía um roteiro primário a ser colocado no mercado, seja de forma local, regional, estadual. Sabendo exatamente onde queremos chegar e de recursos dispomos para alcançar o objetivo. Logo realizar um marketing agressivo, que mostre claramente a qualidade do destino, com seus diversos atrativos mostrando o diferencial que significa passear em nossa região, é dizer colocar em evidência ela. Temos que entender que o turista tem que saber que vai encontrar e as característica do lugar.





A região é detentora de alguns dos mais lindos pôr do sol, com seus espetáculos românticos e inspiradores, no meio de incrível e bela natureza.      













O período para ser produzido o roteiro será muito longo?...
Não existe período longo existe um trabalho a ser realizado, enquanto mais rápido começar tanto melhor. Para uma resposta mais clara vamos lembrar um relato contado por um dos meus professores... Certa vez nos jardins do imperador Napoleão estava sentado um oficial responsável do lugar, e jardineiro que cuidava os jardins se aproximou e diz: “senhor, o que quer que eu plante agora, naquele canto?... o oficial responde-lhe que plantasse determinada árvore. Ao que o jardineiro exclamou, mas, senhor essa árvore leva cem anos para crescer!... Então aconselhou o oficial, é bom que você plante já!...


No município de Pitanga, podem ser encontradas as  paisagens primitivas do Caminho do Peabiru, uma antiga rota incaica que unia a região com a Cordilheira dos Andes e o Rastro do Apóstolo São Tomé, que representam hoje um desafio para os amantes dos mistérios e vestígios culturais.  








Caminhar com passo firme...
Temos muito caminho pela frente, mas, enquanto mais rápido comecemos em menor tempo poderão ser alcançados os resultados. Se não fizermos nada outros passaram rapidamente em nossa frente. E não é questão do poder público, também deve ser de interesse de toda a cidadania. Todos têm que estar cientes da qualidade da atividade turística e engajados nos projetos, principalmente as empresas, indústrias, comércios e serviços. Sobretudo, se deve estar preparado para que aqueles que viram de fora e são ausente das iniciativas locais, saibam mais acerca da cidade ou região.  

Participação de empresários...
É importante que os empresários, não somente do trade turístico, entendam perfeitamente que eles cumprem um papel importante na estratégia de desenvolvimento da atividade.

Empregos...
Não se trata somente de captar alguns empregos, o turismo deve ser visto exatamente pelo que ele é... o maior gerador de emprego, uma verdadeira indústria da criatividade e da emissão de trabalho. Para conhecer melhor que se pode fazer, uma boa ação é ter noção sobre outros locais turísticos dos diversos estados brasileiros, que encontraram sua verdadeira vocação na atividade. Para isso é bom participar em Feiras Exposições de Turismo, considerando contatos com autoridades de município com características idênticas, que permitam aumentar a visibilidade sobre o próprio destino, sendo o melhor exemplo no Brasil Sul a cidade de Gramado, que comemora neste momento a recepção de 3,6 milhões de turista ano. 



Sergio Ruz na época como secretário municipal de Turismo de Guarapuava e presidente da ADETUR, Agência do Desenvolvimento do Turismo da Região Centro do Paraná, junto ao prefeito municipal de Gramado-RS, Pedro Bertolucci e o secretário de Turismo, Alemir Coletto. .        





Inserção
É importante que os empresários da cidade ou região sejam inseridos diretamente nas promoções de marketing locais para a produção do turismo. No instante que os lideres municipais devem mostrar fora da cidade e região o destino com todos seus atrativos, e não esperar sentado em um gabinete que as coisas ocorram como é o habitual.

O trade...
Sem dúvida alguma o trade turístico deve ser absolutamente atuante: hotéis; restaurantes; lanchonetes; postos de combustíveis; clubes sociais; centros de eventos; igrejas; empresas de transporte; agências de viagens; comércios em geral; sindicatos profissionais; produtores rurais; criadores de diversos tipos de gado; estabelecimentos de ensino superior, etc... Essa é apenas uma fórmula com os segredos dos grandes destinos, para que o turismo local e regional comece a funcionar. Outra ação é apenas mais um discurso político. 

domingo, 15 de abril de 2012

30 anos da Guerra Falkland ou Malvinas


Sentido expansionista de Argentina renasce após de 30 anos da Guerra Falkland para apagar fogos internos 



Com problemas conjunturais internos e externos, a presidente de Argentina, Cristina Kirchner, apelando a uma das antigas práticas que os países com crises sempre adotaram, ao exemplo do ex-presidente da Argentina, Leopoldo Fortunato Galteri, que decidiu em abril de 1982, invadir as Ilhas  Falkland, território sob ocupação britânica, após da frustração de declaração de guerra contra Chile e Brasil, quatro anos antes, quando seu governo enfrentava problemas de ordem econômico e social, com uma população totalmente revoltada que sofria uma inflação galopante.

Sob uma nova capa de marketing, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, afirma em reunião de presidentes na Colômbia que esta vez a força na reclamação será maior.  






Dessa maneira, o plano seria uma forma desesperada de recuperar a imagem do governo por meio da guerra. A primeira invasão realizada pelos argentinos foi vitoriosa, resultando no controle de Port Stanley, que, mudou o nome da cidade para Puerto Argentino. Enquanto o regime fazia um enorme marketing mostrando sua vitória na mídia. Os ingleses tentaram negociar uma retirada pacifica dos militares argentinos.  



A Guerra como grande saída para os problemas internos no país, serviram para o general Galtieri. 





Guerra

Mediante a negativa do governo Galtieri, a primeira-ministra britânica Margaret Thatcher, comandou as forças britânicas para um conflito armado contra os argentinos. Uma guerra curta e desnecessária que durou 74 dias e deixou 907 mortos, 649 mortos do lado argentino e 258 pelo lado de Grã Bretanha, com um grande gasto militar e a derrota de Argentina.     











História










Historicamente o arquipélago localizado a 500 km da costa de Argentina foi ocupado pelos britânicos desde o século XIX. O nome "Falkland" da ilha, cuja capital é Stanley foi dado por John Strong em 1690, em homenagem ao Visconde de Falkand, nobre escocês, que era o patrocinador da sua expedição, enquanto o nome "Malvinas" deriva do francês dado em 1764 por Louis Antoine de Bougainville.

Divergências

Em 2009 o Reino Unido começou a explorar petróleo na região, gerando a reação da Argentina e dos países do Mercosul destacando Brasil e Venezuela. Época em que o governo argentino argumentou que a passagem de navios e a exploração em plataformas violam seu território. Fato negado pelo governo inglês, que provocou novamente um clima geopolítico
pesado sobre o tema com possíveis conseqüências de uma nova guerra, comprometendo esta vez os países aliados ao governo de Cristina Kirchner.

Autodeterminação

O Reino Unido, entretanto, ignora o assunto em estratégia de esperar os desdobramentos e reafirma a soberania do seu território com constantes exercícios militares e de intercambio de civis britânicos na região. Dentro do aspecto de reclamação internacional de naturalidade os habitantes da Ilha apostarão no seu direito de autodeterminação. 

Economia

Atualmente a ilha, tem uma robusta economia similar a melhores cidades dos países do primeiro mundo, recebendo ingressos econômicos de mais
de uma centena de milhões de dólares proveniente dos recursos pesqueiros e pelo pujante turismo junto a seus diversas atividades econômicas. Para os próximos anos se planeja a exploração do petróleo com ganhos milionários.

Potencialidades

Além dos habitantes oriundos das ilhas, empresários argentinos, chilenos, uruguaios e de outros países tem diferentes tipos de negócios no lugar que se perfilam com grandes potencialidades. No transporte além do marítimo existe uma conexão direta semanal com a empresa aérea LAN Chile.   

Inimigo

Neste instante um dos maiores problemas que enfrentam os habitantes das Falkland ou Malvinas é um grande inimigo silencioso como bem assinalou uma reportagem da CNN em Espanhol que são as 15.000 minas terrestres que são procuradas diariamente.    

Crises

Agora em crises econômica real Argentina, em divergência com empresas multinacionais estratégicas, tanto com Estados Unidos, Espanha e Brasil por causas de diferenças por produções e bens de consumo, além dos aspectos sociais em que o governo de esquerda foi perdendo credibilidade, sobretudo por causa da suposto doença – câncer – que esta afetando a maioria dos presidentes esquerdistas. Em detrimento disso o incentivo a mentira com um engana povo, com um marketing milionário que trata de mostrar um país avançando, ao contrario dos acontecimentos atuais que emperram os grandes negócios sobre uma política de protecionismo.  

Protecionismo

Sobre essa política de protecionismo, a presidente argentina Kirchner, trata de ganhar espaço na mídia mundial, pede apoio aos países do continente e apela aos órgãos internacionais no momento que reclama as ilhas como de propriedade da Argentina para provocar um nacionalismo na população.  

Expansionismo

Além de um “pare” aos problemas internos argentinos este tipo de conflito também serve para aumentar a baixa credibilidade do governo, sobretudo esta vez com os países vizinhos, ao mesmo estilo do que aconteceu no passado com Paraguai um país mais prósperos e rico na época, que teve dois terços de sua população exterminada, a raiz de uma guerra com a união de três países: Argentina, Brasil e Uruguai.      

Perdas

Como o objetivo atual da Argentina é rever o passado, porque não se aproveita e todos os países começam a devolver terras, somente nas Américas, são muitos os países com telhado de vidro, e, sobretudo Argentina, que já tomou 1.250.000 (um milhão e duzentos e cinqüenta mil) km2 do Chile, por causa de um mau negociador após do desgaste da Guerra do Chile contra Peru e Bolívia em 1879 quando o Chile foi vitorioso. Aproveitando o desgaste militar chileno que nunca declarou guerra a ninguém somente teve sua defesa, quando Bolívia e Peru não quiseram pagar o dinheiro emprestado nem os recursos pactuados conseguidos para a independência dos países.  





As maravilhosas terras da zona austral do Chile e Argentina um verdadeiro santuário natural de grandes riquezas. 





Exigências

Aproveitando o desgaste militar do Chile com a Guerra do Pacífico anos antes Argentina exigiu as terras do Sul do país, para cumprir diferenças territoriais entre os dois países. E dessa forma em 1881 para não entrar em uma nova guerra, decidiu entregar a Patagônia a Argentina, terreno do desinteresse do Chile, como terra que não valia defender em conflito armado. Hoje de riqueza incalculável em diversos sentidos.  

Tratado 



Um dos grandes atrativos argentinos da Patagônia, Perito Moreno, lindíssimo glacial. 






No Tratado foi definido que a línea fronteiriça correria nesta extensão pelos picos mais elevados da cordilheira que dividam as águas e passara por entre vertentes que se desprendem a um lado e outro. Para evitar o enfrentamento bélico por conflitos posteriores se decidiu que toda possível diferença seria acertada em apelação de arbitragem. E assim Chile perdeu a maior parte de sua fantástica Patagônia, ficando somente com a soberania do Estreito de Magalhães, Terra do Fogo e o Canal do Beagle. A política pacifista chilena levou ao país a grandes prejuízos e muitas vezes Argentina quis mais e na época anterior a Guerra das Malvinas na época de Pinochet Chile esteve preparada para a Guerra com Argentina, o que poderia ter sido a guerra mais sangrenta porque até os civis do sul estavam preparados. Graças a Deus não aconteceu porque o presidente Augusto Pinochet teve bom senso e não fez caso as manifestações argentinas.   
Fontes: www.educarchile.cl e guerrasbrasilescola.com e http://www.slideshare.net e www.atinachile.cl e todososfogos.blogspot.com e midiasemodos.com 

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Paixão de Cristo um Espetáculo Maravilhoso em Guarapuava


Inovação na Paixão de Cristo de Guarapuava

Ao igual como acontece como o maior modelo do Brasil a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém - realizado há 44 anos - guardando as proporções para cada lugar, onde as encenações acontecem, eventos que durante a Semana Santa mobilizam milhões de pessoas, sendo considerado uma das maiores atrações turísticas nacionais, foi realizada em Guarapuava o mega-evento "Paixão de Cristo de Guarapuava" que este ano teve várias inovações.    

Nossa critica se alguém considerar é construtiva, porque muitas vezes fazer mudanças é difícil de entender para muitas pessoas. Sobretudo, em um espetáculo que nasceu sobre as bases de conduzir um grande motivo de fé com uma das mais lindas e grandiosas história da humanidade.     



A Paixão de Cristo de Guarapuava é um espetáculo que acontece anualmente há alguns anos atrás, conhecemos bem de perto porque tivemos responsabilidade na sua organização em 2005, quando projetamos sua promoção em diversas cidades da região e em vários outros estados. 




Transformou-se em um dos maiores espetáculos da Semana Santa do Estado do Paraná, com um público de 40.000 pessoas, onde participam 800 figurantes das paroquias da comunidade em magistral apresentação, além de mais de uma centena de técnicos que trabalham em diferentes áreas.    

Encenada em um imenso palco de 1.200 metros, este ano dividido em três partes é contada a história de Jesus Cristo nas diferentes etapas de sua vida, sendo uma mistura de luzes e efeitos especiais com um figurino altamente qualificado que impressiona, com cenas que produzem emoção. 

Só que este ano 2012 a liturgia de palavra ficou um pouco mais alheia do que foram as primeiras apresentações, depois do discurso e oração oferecida pelo bispo de Guarapuava Dom Wagner, que abriu oficialmente o evento como acontece a cada ano. 

Sem perder a riqueza dos detalhes o grande espetáculo teve suas variações misturando ao tradicional maior modernismo, existindo o conceito de "dança" como se for um imenso balé a diferença de anos anteriores, sem alterar suas características de super produção, este ano foi apresentado um Cristo desorientado, mas magistral na dramaturgia, com movimentos acertados na sua dança, quando era agredido com as chicotadas com passos sincronizados que ganharam espaço na sua representação teatral. 

Nesta nova versão, o baile dos anjos e as ações do modernismo ganharam um espaço maior, com presença da variedade e animação. Dentre o que poderíamos colocar como faltas, estaria uma presença dos locais da encenação com maior ambientação dos cenários bíblicos que deveriam identificar cada lugar. Assim também a carência de um apresentador ou apresentadora indicados as cenas, que seria de grande ajuda, outra seria a falta das três cruzes com a fala dos outros crucificados e a assunção com levante do nosso Senhor Jesus Cristo, como aconteceu em anos anteriores, sem poupar os fogos de artifícios em maior proporção.         

O reconhecimento para um mega-espetáculo como já foi colocado, e os parabéns para os organizadores, que conseguiram sincronismo da maior qualidade, circulação perfeita, harmonia e uniformidade, apesar da perda do misticismo. Uma apresentação cimentada sobre o teatro moderno   

Com tudo uma apresentação genial técnica e teatral do grupo ARTE & MANHA, com a direção de Rita Felchak, sendo uma promoção e realização da Diocese de Guarapuava e a Prefeitura Municipal de Guarapuava.     




Arquivo da Paixão de Cristo do ano 2005 passando das 15 mil pessoas dos dois anos anteriores em nova gestão municipal para 
50.000 pessoas e visitantes de diferentes 
cidades fora da região.    


domingo, 1 de abril de 2012

História do Jornal dos Bairros no Brasil


A história do Jornal dos Bairros no Brasil, guardando as proporções de diferente época, nasceu como um espírito de levar às pessoas em São Paulo no interior da região do Vale do Paraíba noticiais sobre seus bairros. Sempre visando à crítica construtiva e formação de uma opinião aberta para uma discussão mais ampla das organizações e possíveis políticos inseridos na publicação com suas propostas de projetos.   

Destacamos especialmente a atuação do jornal em ajudar em Lorena a eleição de uma prefeita, Lu Fradique, Maria de Lourdes Fradique de Castro Andrade, que governou o município de 1993 a 1996, quando encontrávamos que a bandeira de luta viria trazer maiores benefícios para a cidade, com isso também efetuamos mais tardes ajuda a outros vereadores que também foram eleitos. Após disso serviu de base para outras publicações no mesmo município e região. 



É dizer nosso jornal sempre trabalhou independentemente para ajudar a população nas suas escolhas, sendo um médio totalmente aberto e coloquial, presto a destacar o que por algum motivo acreditávamos fora de qualquer vinculo econômico encontrávamos de real interesse para a população.





Dessa forma posteriormente colaboramos no mesmo município de Lorena e cidades vizinhas com algumas ações acompanhando o executivo na vinda de empresas à cidade e sua ampliação de negócios, totalmente fora da política, somente norteando nossos princípios no que mais entendemos marketing.  

Passaram os anos e muito mudou na vida do jornal, servindo também para a eleição do prefeito da cidade de Delfin Moreira em Minas Gerais, Pedro Paulo da Silva, posteriormente alcançando Ribeirão Preto com o mesmo princípio junto ao Jornal Sur Negócios & Turismo, chegando finalmente a Guarapuava no Estado do Paraná.


Em este último município, se revive uma nova história ligada a política, colocando também um conjunto de problemas e soluções, servindo a dois candidatos a vereadores em 2007 para as eleições de dois candidatos que pensávamos em nosso meio que serviriam a população de Guarapuava, foram mais uma vez vaticinados com nosso trabalho o triunfo nas eleições de 2008, foram eles e que até agora formam parte do legislativo na Câmara Municipal: a vereadora Eva Sharan com sua base no Bairro Primavera onde distribuímos 3.000 jornais fora dos distribuídos em  toda a cidade e da mesma forma o vereador Sadi Federli com base no Bairro Industrial Xarquinho, onde atuamos da mesma maneira. Porque insistimos, após de conhecer eles ao igual que os guarapuavanos acreditávamos realmente que poderiam fazer a diferença. 

Vemos hoje as realizações com a verdade  e a carência de uma liderança nova e atuante, com projetos dignos e verdadeiros. Assim nos preparamos a relançar a nossa edição, visando o esclarecimento sobre politicas públicas e compromissos de civilidade. Para advertir à população de não se deixar influenciar por rostos de jovens bonitos, pessoas pouco criteriosas e outros que já sentimos só querem se aproveitar sem qualquer projeto na sua cabeça, pessoas que somente tem na sua meta ganhar dinheiro público nas costas do povo ou mesmo os que estão disposto a dar o "cano" nos seus bairros como vulgarmente se diz.


Além de todos os que são conduzidos por uma política partidária que servem para a continuidade do que até agora não deixa acontecer um desenvolvimento maior para o município e região. Por falar de região Centro do Paraná, temos a vergonhosa situação de sermos uma das dez mesorregiões com menor IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) com destaque sendo uma das mais pobres do Estado.


Por isso não podemos ficar de braços cruzados, como se faz hoje praticamente, é importante incentivar as pessoas a sair atrás de objetivos que mudem essa situação e pensar de uma maneira mais abrangente, realizando ações que beneficiem tanto ao município como a região, longe da realidade atual. 


Queremos uma Guarapuava que com seus 2002 anos de existência, mude realmente, já que com todos esses anos pouco mudou especificamente no raciocínio de algumas pessoas, com uma grande parte de mentalidade do coronelismo, que não aceita a discussão, nem o sistema real democrático ou aqueles que ainda querem o ostracismo para uma cidade que mais precisa de trabalho em diversas fontes laborais. É preciso que se pense em sistemas de trabalho que permitam realizar as mudanças urgentes, assim como se deve pensar em lideranças na altura dos acontecimentos positivos e não aqueles que somente querem usufruir do cargo ao bel-prazer.