O “pseudo” feudalismo tomou
conta do Brasil, ou também poderíamos definir como “capitanias hereditárias”
porque tudo tem semelhança, e não somente nos municípios como os estados.
Empresários precisam se
adaptar as mudanças, primeiro como lideres empresariais atuantes, logo no
sentido de administração e atendimento ao cliente, servindo de exemplo para
seus subalternos. Mudanças são necessárias,
primeiro de mentalidade empresarial e depois no atendimento a clientes.
Por outro lado os conselhos
de vizinhos não ficam atrás, precisam de um compromisso maior de quem os
representa, não é possível admitir que seus dirigentes permaneçam nesses cargos
durante anos. Chega, vamos aproveitar então
o sistema democrático, a começar fazer uma limpa nos bairros que é o mais
fácil, procurar novos líderes e terminar com a mamata dos atuais que usufruem
desse poder para questões pessoais.
Os bairros precisam de uma
maior preocupação em todos os sentidos junto os órgãos oficiais e muitas vezes
as negociações são atrapalhadas justamente porque quem preside ou tem a
liderança do bairro não é bem aceito na Prefeitura Municipal.
Por outro lado existem
aqueles que aproveitando sua condição hoje ocupam um cargo na mesma Prefeitura
ou também outros assessoram vereadores ou vereadoras. Porque dessa forma é a
política.
É bom ter presente que os
municípios estejam sintonizados com o novo tempo e saber exatamente que “todo
poder emana do povo”. Centros comunitários precisam ver muito bem atendidos e
capacitados para oferecer muito mais do que eles oferecem.
Como seu nome indica “centro”
é núcleo, e por tanto a base essencial da comunidade, assim seu sistema deve
ser perfeito e muito bem organizado para que tudo funcione perfeitamente e principalmente
estar bem fora da política partidária.
A inclusão social em todos os setores deve ser revista pelas autoridades em todos os sentidos. Também as mudanças são necessárias na capacitação para o atendimento de pessoas e oferecer condições de acessibilidade.
Um projeto exemplo de participação da comunidade que tivemos a oportunidade de acompanhar de perto, foi na comunidade do Bairro Primavera de Guarapuava, servindo mais tarde para a eleição da antiga presidente da Associação de Moradores atual vereadora de Guarapuava Eva Schran.
Para falar com maior propriedade sobre “poder em tempo de mudanças” vou me referir a um grande consultor de empresas, especialista em megatendências autor de vários livros – dentre eles um da maior importância Paradoxo Global – que tive a sorte de conhecer pessoalmente, o grande Jhon Naisbitt que diz “quanto maior o sistema, menores e mais poderosas são as empresas”.
A inclusão social em todos os setores deve ser revista pelas autoridades em todos os sentidos. Também as mudanças são necessárias na capacitação para o atendimento de pessoas e oferecer condições de acessibilidade.
Um projeto exemplo de participação da comunidade que tivemos a oportunidade de acompanhar de perto, foi na comunidade do Bairro Primavera de Guarapuava, servindo mais tarde para a eleição da antiga presidente da Associação de Moradores atual vereadora de Guarapuava Eva Schran.
Para falar com maior propriedade sobre “poder em tempo de mudanças” vou me referir a um grande consultor de empresas, especialista em megatendências autor de vários livros – dentre eles um da maior importância Paradoxo Global – que tive a sorte de conhecer pessoalmente, o grande Jhon Naisbitt que diz “quanto maior o sistema, menores e mais poderosas são as empresas”.
Para quem não acredite isso
veja, por favor, as pequenas empresas de fundo de quintal de antigamente são hoje
poderosas e bilionárias, dentre elas a Mazon, Facebook, Google, que com tanto
dinheiro podem comprar até um país.
Afirma Naisbitt “quanto maior
e mais aberta se tornar a economia mundial, maior será o domínio das pequenas
empresas e de porte médio. Em uma das maiores reviravoltas de nossos tempos,
passamos da economia de escala para a deseconomia de escala: de quanto maior,
melhor para quanto maior, mais ineficiente, dispendioso, perdulariamente
burocrático, inflexível, e, agora desastroso.
E o paradoxo é que esse
fenômeno vem ocorrendo à medida que evoluímos para um contexto global: os
protagonistas menores e mais velozes prevalecerão em um campo bem mais
amplo.


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